SALMO

É uma oração cantada e cantilada, que deve favorecer a participação de toda a assembleia, em especial, durante o refrão. O salmo deve ser cantado pelo salmista, do ambão, para valorizar o canto e a mesa da Palavra. Toda a assembleia deve responder cantando o refrão, mostrando assim a unidade do povo Sacerdotal que canta os louvores de Deus. O Salmo ocupa um espaço significativo como resposta por dois motivos: porque é escolhido para responder à Palavra de Deus proclamada, ou seja, a própria Palavra de Deus, prolongando, assim seu sentido teológico-litúrgico. Uma das opções de execução e mais comum é quando o salmista entoa as estrofes como solista e a assembleia repete o mesmo refrão, num uníssono. Deve ser cantado sem “malabarismos” melódicos, contudo seja entoado ao ritmo da palavra e da poesia, “cantilado”, tem uma forma própria de ser cantado. A “cantilação” favorece a compreensão do sentido espiritual do salmo e contribui para sua interiorização. Os instrumentos devem ser mais suaves. Por fazer parte da liturgia da Palavra, o salmista fica com a equipe de proclamadores da Palavra. O Salmo a ser cantado é próprio da liturgia do dia.

Abaixo, sugerimos melodias para os Tempos A, B e C.

CLIQUE NO SALMO DESEJADO, DEPOIS EM TOCAR NO SPOTIFY PARA OUVI-LA COMPLETA.

SALMOS ANO A

Cantando os Salmos – Ano A – Vol. I e II – As músicas são de autoria da Ir. Miria Kolling e de André Zamur. 

Salmos Ano A – As músicas são de autoria do Pe. José Weber.

SALMOS ANO B

Cantando os Salmos – Ano B – Vol. I e II – As músicas são de autoria da Ir. Miria Kolling e de André Zamur. 

Salmos Ano B – As músicas são de autoria do Pe. José Weber.

SALMOS ANO C

Cantando os Salmos – Ano C – Vol. I e II – As músicas são de autoria da Ir. Miria Kolling e de André Zamur. 

Salmos Ano C – As músicas são de autoria do Pe. José Weber.

Melodias – Monges Beneditinos Mosteiro da Ressureição 

Salmos I

Salmos II

Salmos III